Flags

 

F_J_RIBEIRO_Untitled (World Cup)

F_J_RIBEIRO_Untitled (World Cup)

F_J_RIBEIRO_Untitled (World Cup)

dsc_8842

dsc_8848

dsc_8845

dsc_8849

World Cup (Geo-Political Map), 2005, acrylic paint, 12 football balls, lots of people, variable dimensions. installed in the group show Toxic. O Discurso do Excesso, curated by Paulo Mendes, at Angar K7, Fundição de Oeiras, 2005. © Imagens Paulo Mendes

 

FRANCE-210565102_10202209878680576_3677644532599263246_n

france-net

A la Recherche de la Révolution Française, 2014, post-its, lots of people, variable dimensions. Installed in group show Art Stabs Power,  curated by inês Valle, at Bermondsey Project, London, 2014

10556300_10202191270815391_144714309596409045_nPlataforma_Revolver108_FJR

Untitled (European Union), 2012, satin, chips, wire, variable dimensions. Exhibited in solo show Close-up, 2012, Espaço Campanhã, Porto, 2012; and in group show Art Stabs Power. Que se Vayan Todos!, curated by Inês Valle, at Bermondsey Project, London, 2014, and at Plataforma Revólver, Lisboa, 2014

Fernando J. Ribeiro_Ground Zero_2013_sculpture

bandeira1-copy

Untitled (Ground Zero), 2013, sponge, tripod, video camera, variable dimensions

FLAG6 copyFernando J. Ribeiro_Flag_2013_post-its

Untitled (Study for a Flag), 2013, post-its, variable dimensions

FERNANDO_J_RIBEIRO_OBAMA

No Flag No Light, 2011, inkjet print, 72×49 cm; published in magazine Ascensor nº 0, Julho 2011, Ascensor_Contemporary Art Uni. Lda, Lisboa, 2011

usa-eu-copy-2

usa-eu-copy

Untitled (USA-EU)Untitled (USA-EU), 2010, enamel, wood, 150x600cm, in group show “Invasões Contemporâneas: Arte nas Comemorações do Bicentenário das Linhas de Torres“, curated by David Santos. Installed at Vila Franca de Xira, 2010. Collection Museu do Neo-Realismo, Vila Franca de Xira

«Fernando J. Ribeiro
Em Vila Franca de Xira, na varanda semi-circular que une a esquina da Avenida dos Combatentes da Grande Guerra com a Rua Alves Redol, (junto ao Museu do Neo-Realismo), Fernando Ribeiro apresenta uma imensa “bandeira” em duplicado especular que une também as duas simbologias de leitura política, económica e social mais decisivas do mundo ocidental. No longitudinal aparato pictórico aqui proposto, vemos apenas como a bandeira dos Estados Unidos da América absorve a simbologia estelar da bandeira da União Europeia. Com efeito, no espaço quadrangular azul onde normalmente se distribuem as estrelas referentes aos Estados americanos vemos agora as estrelas dos Estados europeus em forma circular, pontuando desse modo uma reflexão sobre a dependência europeia relativamente à omnipotente política norte-americana. Deste modo duplamente simbólico, o artista procura lembrar a invasão americana que desde o segundo pós-guerra e a execução do Plano Marshall tem vindo a transformar a Europa num parceiro político sem peso, cumpridor apenas das intenções de domínio dos EUA. Esta leitura permite-nos afirmar que as invasões dos séculos XX e XXI têm sido concretizadas, sobretudo, através do desenvolvimento de políticas económicas, financeiras e culturais, recorrendo por isso, cada vez menos, à força e às estratégias militares. Em última análise, é o signo e a sua transmutação constante que varrem o espaço físico e identitário, como nova apropriação ou domínio territorial.»

– David Santos inInvasões Contemporâneas: Arte nas Comemorações do Bicentenário das Linhas de Torres“, catalogue

 

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s